sábado, 28 de abril de 2012

Enfermeira vira notícia ao encontrar seu paciente morto na porta do apartamento


Ontem, no Parque Jaraguá, em Bauru, Tina, uma simples enfermeira, levou o maior susto de sua vida. Ela estava esperando seu paciente voltar de uma consulta médica, quando a campainha tocou, Tina foi atender e, para seu espanto, estava estagnado na soleira do apartamento, nada menos que seu paciente, o cantor João Bacana, de 70 anos, muito conhecido na cidade. Disse a enfermeira: “ foi assustador, ele não se mexia, estava frio, parecia morto”. Sem saber o que fazer, ligou para sua filha e falou o que tinha acontecido, ela mandou a mãe ligar para a polícia e também para a ambulância, pois ele poderia estar vivo ainda. Mas a mãe, que era enfermeira, tinha certeza de que ele estava morto. Então, só ligou para a polícia. O prédio foi tomado por uma multidão de fãs e a imprensa toda estava lá. João foi muito famoso quando mais novo, mas depois da enfermidade, ele não pode mais cantar. Todos ficaram horrorizados com o crime e queriam saber quem teria “dado cabo” da vida dele. A polícia levou os filmes das câmeras de segurança do prédio para serem avaliados e trabalha com a hipótese de que o neto, seu único herdeiro, seja o maior suspeito. Mas Tina, nem estava se importando em quem teria "dado cabo" do pobre homem, nem se estariam desconfiando dela, hoje, ela queria mesmo era estar em frente os holofotes, pois sempre sonhou com a fama.
POLÍCIA ACUSA COMERCIANTE DE MATAR UM PEDREIRO

O comerciante Arivaildo dos Santos, morador do bairro do Jardim Itamaraty da cidade de Ourinhos foi acusado por policiais pela morte do pedreiro conhecido como Pedrinha.
O crime teria acontecido na última sexta-feira, às 7:00 horas da manhã na própria casa do comerciante. O acusado foi levado para a delegacia assim que a polícia chegou ao local.
O comerciante, em seu depoimento, descreveu o ocorrido daquela manhã. Ele diz que acordou às seis da manhã com o alarme do celular, levantou e foi ao banheiro, escovou os dentes e foi tomar café enquanto lia o jornal. Por volta das sete horas, a campainha tocou e, ao atender, se deparou com a vítima caída toda ensangüentada, ele verificou o pulso e constatou que o homem estava morto, então correu para dentro da casa e discou às pressas para a polícia.
Segundo a vizinha do comerciante, Pedrinha e Arivaildo já tiveram problemas no passado por causa de uma reforma na casa do comerciante que não deu certo. Mas o delegado afirma que há muita gente descontente tanto com o Pedrinha quanto com o comerciante, por isso, serão intimadas algumas testemunhas para falar do caso e provas serão confronatadas.
Enquanto isso o advogado da defesa entrou com o pedido de Hábeas Corpus por não haver comprovação do crime “é preciso esperar o laudo da perícia para alguém ser considerado culpado ou ser preso em fragrante”, diz.
“O laudo da perícia será entregue em 30 dias”, afirma o chefe do departamento de perícias da região de Ourinhos.

sexta-feira, 27 de abril de 2012


Minha infância
Olá, professores. 
Lendo e ouvindo os depoimentos sugeridos, lembrei-me de quando criança e vou compartilhar com todos.
Antes mesmo de começar a frequentar a escola, meus pais que estudaram pouco, já me incentivavam a leitura, compravam discos de vinil para que eu ouvisse boas histórias e sempre me incentivando a contar as mesmas  para eles.
Quando fui para a escola, já na 1ª série (pois morava no sitio e não consegui frequentar a pré escola) a minha primeira professora sempre nos incentiva a leitura, sempre ia feliz para casa, pois a cada dia que passava aprendia coisas novas.
Agora, tem um livro que não esqueço nunca “O Menino do Dedo Verde” - Maurice Druon que a minha professora da terceira série pediu para que lêssemos. Gostei tanto, que li duas vezes, a primeira sozinha e depois para minha mãe ouvir.
A partir desse momento, sempre envolvi na leitura de bons livros e não parei mais.

CADÁVER BATE À PORTA DE HOMEM ÀS SEIS DA MANHÃ

         Uma cena inusitada aconteceu ontem (22/04) no bairro Campo dos Alemães em São José dos Campos, interior de São Paulo.
        O senhor José Aparecido da Silva, 60, ajudante geral, foi surpreendido às 6 horas da manhã por uma visita de arrepiar, quando se levantava para trabalhar. - "Eu tava no banheiro, quando tocaram a campainha. Fui atender e quase morri do coração quando vi aquele cabra caído em minha porta!" - declarou o pobre homem à polícia. Seu  José ainda disse que tocou no presunto pra ter certeza que ele estava na terra dos pés juntos, verificou se não havia mais ninguém, depois tratou de discar 190.
         O crime contínua ainda sem esclarecimentos, a vítima, aparentando ter uns 30 anos, branco, 1,75 m, não portava documentos e ninguém ainda apareceu para reconhecer o corpo do pobre desgraçado e ninguém ainda foi preso, já que o mesmo foi morto por golpes de faca. A polícia continua investigando para descobrir quem teria "dado cabo" da vida daquele homem.


sábado, 21 de abril de 2012

Meu ideal seria escrever....


Meu ideal seria escrever...

(Ruben Braga)

Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está doente naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse - "ai meu Deus, que história mais engraçada!". E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria - "mas essa história é mesmo muito engraçada!".
Que um casal que estivesse em casa mal-humorado, o marido bastante aborrecido com a mulher, a mulher bastante irritada com o marido, que esse casal também fosse atingido pela minha história. O marido a leria e começaria a rir, o que aumentaria a irritação da mulher. Mas depois que esta, apesar de sua má-vontade, tomasse conhecimento da história, ela também risse muito, e ficassem os dois rindo sem poder olhar um para o outro sem rir mais; e que um, ouvindo aquele riso do outro, se lembrasse do alegre tempo de namoro, e reencontrassem os dois a alegria perdida de estarem juntos.
Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera a minha história chegasse - e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aquelas pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse - "por favor, comportem-se, que diabo! - eu não gosto de prender ninguém!". E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história.
E que ela aos poucos se espalhasse pelo mundo e fosse contada de mil maneiras, e fosse atribuída a um persa, na Nigéria, a um australiano, em Dublin, a um japonês, em Chicago - mas que em todas as línguas ela guardasse a sua frescura, a sua pureza, o seu encanto surpreendente; e que no fundo de uma aldeia da China, um chinês muito pobre, muito sábio e muito velho dissesse: "Nunca ouvi uma história assim tão engraçada e tão boa em toda a minha vida; valeu a pena ter vivido até hoje para ouvi-la; essa história não pode ter sido inventada por nenhum homem, foi com certeza algum anjo tagarela que a contou aos ouvidos de um santo que dormia, e que ele pensou que já estivesse morto; sim, deve ser uma história do céu que se filtrou por acaso até nosso conhecimento; é divina".
E quando todos me perguntassem - "Mas de onde é que você tirou essa história?" - eu responderia que ela não é minha, que eu a ouvi por acaso na rua, de um desconhecido que a contava a outro desconhecido, e que por sinal começara a contar assim: "Ontem ouvi um sujeito contar uma história...".
E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu inventei toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.

MEU MUNDO MÁGICO

Ainda consigo me lembrar das primeiras estórias da minha infância. Minha primeira professora e incentivadora de minha iniciação ao mundo mágico da leitura, foi minha mãe. Mulher muito simples, com formação escolar nas séries iniciais, mas de uma sabedoria admirável! Como era gostosa ouví-la contar os grandes clássicos infantis com tanta docilidade...
           Escrevi minhas primeiras palavras ainda com quatro anos, aprendi observando minha mãe ensinar a minha "Tata" ( irmã mais velha). Mamãe conta, que às vezes, eu entendia a lição antes mesmo de minha irmã e ainda explicava pra ela com minha inocência de criança: " É assim Tata!" E quantas vezes chorei porque queria ir à escola como minha irmã, mas minha mãe dizia que eu ainda era muito pequena...
            Mais tarde, nas séries inciais, li com autonomia meu primeiro livro " Vovó fugiu de casa", não me lembro o autor, mas não esqueço o sabor da primeira leitura.
            Desde então, minha aventura pelo fascinante mundo da leitura não teve mais fim. Li praticamente todos os livros da série Vaga-lume, alguém se lembra de " O misterioso caso da borboleta Atíria" ,de Lúcia Machado deAlmeida, de " Zezinho, o dono da porquinha preta", de Jair Vitória, a saga de " O Cachorrinho Samba",de Maria José Dupré, e "As aventuras dos  Karas", de Pedro Bandeira?
            Quem se lembra de "A marca de uma lágrima"? Acho que toda adolescente da década de 90 leu  e se emocionou com esse clássico juvenil da época.
             Eu e minhas amigas formávamos praticamente um clube de leitura, uma lia, gostava, recomendava pra outra, que falava pra outra e assim íamos lendo, lendo... Foi nessa época que me apaixonei perdidamente por Vinícius e não conseguia mais viver sem ele , até que conheci o Drummond e tive ( e ainda tenho) um longo caso de amor com ele...
             O mais incrível, é que meus pais nunca tiveram condições financeiras para me comprar um livro,  mas isso nunca foi empecilho para que eu lesse. Emprestava dos amigos, da biblioteca da escola e ,às vezes, eles eram tão velhinhos e surrados pelo tempo e pelas inúmeras  mãos que o leram. Ainda  posso sentir o cheiro das páginas amareladas e até mesmo mofas, mas nada apaga o maravilho cheiro de infância e de inesquecíveis aventuras vivencidas através da leitura!

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Meu depoimento de leitura....

Recordar leitura e escrita na infância me leva a minha primeira professora: Dona Zizi
(como era conhecida) que foi a responsável em me alfabetizar. Minha tia, que
também era alfabetizadora contribuiu muito porque não tinha um dia que chegasse
da escola, e ela não verificasse os meus cadernos e acompanhasse as tarefas de
casa me incentivando na leitura, já que minha mãe tinha uma sorveteria, estudou
até a quarta série somente e não tinha tempo para me ajudar. Apesar de adorar
ler, tenho muita dificuldade para colocar minhas idéias no papel, pois tive um
professor de Português a partir da 5ª Série que me deixou traumatizada. Não
podia errar, nem quando escrevia, nem quando era chamada para ir à lousa. Ele
era muito bravo. Depois, na adolescência, os livros que me pediam para ler eu
não gostava muito, até descobrir outros autores que me fizeram criar o hábito de
ler (por prazer mesmo). Porém o mais interessante é saber que hoje já venci
alguns obstáculos, mas continuo em busca de aprender mais através de
capacitações que me levem a melhorar a leitura e escrita.  Mary Josef

A CARNE E O JORNAL


Meu primeiro contato com as letras foi com minha mãe. Ela me deu um caderno onde passava as letras do alfabeto e meu nome. Quando entrei pra escola já sabia mais do que algumas crianças da colônia onde eu morava (Usina de Açúcar). Meus pais não tinham condições de comprar livros pra mim – desde pequena eu já era amante dos livros – o que me obrigava a criar estratégias para driblar a fome de leitura. Naquela época, a carne do açougue vinha enrolada no jornal e eu pegava a parte limpa do impresso e ficava fazendo as tentativas de leitura em voz alta, eu não entendia nada, mas fazia de conta que compreendia tudo. Na verdade, eu apenas decodificava, pois tinha apenas 6 ou 7 anos e o jornal era um mundo incrível cheio de letras, eu já sabia engatinhar nesse mundo, era alfabetizada, mas esse mundo era muito grande pra mim e eu ficava ali tentando viajar na leitura. A ironia de tudo isso é que hoje em dia eu dispenso a carne, porém, a leitura é meu vício churrascal. Bem, esta é uma das coisas que marcou a minha vida leitora entre outras coisas. Mas, isso são outras churrascadas.

Minha infância
Olá, professores. 
Lendo e ouvindo os depoimentos sugeridos, lembrei-me de quando criança e vou compartilhar com todos.
Antes mesmo de começar a frequentar a escola, meus pais que estudaram pouco, já me incentivavam a leitura, compravam discos de vinil para que eu ouvisse boas histórias e sempre me incentivando a contar as mesmas  para eles.
Quando fui para a escola, já na 1ª série (pois morava no sitio e não consegui frequentar a pré escola) a minha primeira professora sempre nos incentiva a leitura, sempre ia feliz para casa, pois a cada dia que passava aprendia coisas novas.
Agora, tem um livro que não esqueço nunca “O Menino do Dedo Verde” - Maurice Druon que a minha professora da terceira série pediu para que lêssemos. Gostei tanto, que li duas vezes, a primeira sozinha e depois para minha mãe ouvir.
A partir desse momento, sempre envolvi na leitura de bons livros e não parei mais.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Viajar...


Viajar pela leitura
sem rumo, sem intenção.
Só
para viver a aventura
que é ter um livro nas mãos.
É uma pena que só saiba
disso
quem gosta de ler.
Experimente!
Assim sem compromisso,
você
vai me entender.
Mergulhe de cabeça
na imaginação!